Workshop AIDD in-company

Todo o seu time entregando com IA no mesmo padrão,
em 6 semanas.

Hoje o resultado da IA depende de quem pega a tarefa. O AIDD é uma metodologia prática de adoção de IA que coloca o time de engenharia no mesmo padrão, do discovery ao deploy: o agente executa, o humano decide.

Clientes

  • A2W
  • Artifi
  • CIJUN
  • Soul Healthcare
  • Makin
  • UniSATC

Programa e entrega

Seis semanas de trabalho. No fim, o time roda o método sozinho.

Cada semana desbloqueia uma capacidade e deixa um artefato com o time. Não é conteúdo para assistir: é método aplicado no backlog que já está aberto.

O programa

  1. Kick-off & Projeto Piloto

    Reunião de kick-off, diagnóstico do time e definição do projeto piloto.

  2. Fundamentos & Prontidão

    Maturidade do time e o novo papel da engenharia.

  3. Meta Specs & Contexto

    Context engineering: rules, skills e MCPs que o agente lê antes de escrever código.

  4. Produto & Backlog Agêntico

    Spec-driven development: histórias, contratos e cards executáveis por IA.

  5. Arquitetura & Guardrails

    Arquitetura de software, refatoração guiada por IA e limites do modelo.

  6. Engenharia ao Vivo na Stack

    O harness do time montado na stack, em ambiente réplica.

  7. Governança & Revisão de PR

    Code review com IA, critérios de aceite, testes no fluxo e padrão de merge.

O que fica com o time

  • docs/
  • diagnostico-prontidao.md
  • projeto-piloto.md
  • meta-specs/
  • contexto.md
  • contratos.md
  • guardrails.md
  • matriz-delegacao.md
  • .github/
  • pull_request_template.md

Na semana 5 nada de novo entra: o que já está aqui é o que o agente lê antes de escrever a primeira linha do card de vocês.

  • Formato

    Ao vivo, na stack e no backlog do time.

  • Carga horária

    12 horas em 6 semanas, ~2h por semana.

  • Quem participa

    Desenvolvimento, produto, design, QA e gestão técnica.

  • Acompanhamento

    Mentoria quinzenal por 2 meses.

Na conversa, montamos o diagnóstico inicial e o cronograma das seis semanas para o contexto de vocês. Antes de qualquer proposta.

Conversar sobre o meu time 30 minutos com o mentor · Sem compromisso

Imersão prática com IA

Engenharia assistida se aprende fazendo ao vivo.

Sessões interativas onde cada engenheiro pilota agentes no contexto da empresa. É na prática ao vivo que o time absorve o critério de curadoria e revisão de código.

Workshop Remoto ao Vivo

Treinamento síncrono direto na IDE e na stack que a squad já opera no dia a dia. Exercícios aplicados no backlog real, sem projetos fictícios ou linguagens fora do contexto da empresa.

Imersão Presencial In-Company

Squad reunida, cada um na sua máquina. O aprendizado acontece na prática de especificação e revisão em tempo real, alinhando produto, design e engenharia na mesma sala.

Mentoria e Acompanhamento Quinzenal

Decisões arquiteturais e refinamento de PRs discutidos ao vivo com o Tech Lead nos 2 meses pós-workshop. É onde o time consolida o critério técnico e a autonomia operacional.

Mesma aceleração, régua de qualidade diferente

AIDD versus vibe coding

Vibe coding otimiza a velocidade de entrega sem exigir qualidade de código. O AIDD mantém a mesma aceleração e traz revisão, teste e manutenibilidade para dentro do processo, em vez de deixar para a sprint seguinte.

Método

AIDD

aprender intenção spec plano implementar revisar e testar entregar

Vibe coding

prompt produção
Capacidade de gerar código, acelerada por IA modelo
AIDD vibe coding adoção de IA roadmap retrabalho roadmap retrabalho tempo

AIDD

Entrega rápida, com a qualidade construída no caminho.

Vibe coding

Entrega rápida. A qualidade fica para depois.

Os quatro eixos

O que o time passa a fazer diferente.

00

Curadoria

O desenvolvedor assume o papel de arquiteto e validador. Define contratos e critérios de aceite antes de acionar o agente, garantindo que a aceleração técnica não se converta em dívida acumulada.

  • Critério de aceite escrito antes da geração
  • Leitura crítica de diff e validação de contratos
  • Limites claros de quando delegar ao agente

01

Padronização

Padrão arquitetural que resiste ao release. Seis meses depois, qualquer engenheiro entende a intenção técnica e a decisão registrada na Meta Spec, sem depender da memória de prompts passados.

  • Meta Specs, rules e skills versionadas no Git
  • Padrões arquiteturais para o agente
  • Contexto preservado para novos devs

02

Qualidade técnica

Testes de unidade, cobertura e documentação gerados no mesmo fluxo da feature, não em sprints posteriores de ajuste. Velocidade sem teste é apenas débito antecipado.

  • Testes gerados no ciclo da feature
  • Contratos e tipagem validados
  • Fim do débito empurrado para a frente

03

Governança

Controle de dados sensíveis e conformidade com LGPD desde o prompt. Guardrails técnicos escritos e revisões documentadas: nada sobe para produção sem validação humana.

  • Proteção de dados sensíveis e LGPD
  • Guardrails e padrões de PR escritos
  • Validação humana em cada release

Qual dos quatro está mais fraco no seu time? É por essa pergunta que o diagnóstico do kick-off começa.

Conversar sobre o meu time

Engenharia com IA na prática

Método e governança aplicados na stack do time.

Casos reais de adoção IA-first. Entramos na operação, entendemos o contexto e aplicamos AI-Driven Development em produtos e desafios reais — estruturando workflows, utilizando agentes e mantendo qualidade e governança.

Treinamento in-company de AIDD para empresa de agronegócio Agro usando IA de verdade em 12 horas

12h · Squad completa

Diagnóstico de maturidade e capacitação integrada

Começamos com um diagnóstico rápido da maturidade em IA para entender o nível do time, os processos e os desafios da empresa. A partir disso, personalizamos o treinamento para a realidade da operação.

Em 12 horas de treinamento in-company, desenvolvedores, product owners, designers, testers e gestores aplicaram AI-Driven Development na prática, aprendendo a incorporar agentes de IA ao processo de desenvolvimento com critério técnico e governança.

Fluxo de desenvolvimento agêntico de discovery a código 4 features desenvolvidas em 2 horas

4 features · 1 sessão de 2h

Automação de fluxo da especificação ao código

Implementamos um framework de desenvolvimento agêntico no time do cliente para transformar o fluxo de desenvolvimento, da ideação à escrita do código, colocando agentes para atuar sobre problemas e funcionalidades reais.

Os agentes passaram a entender os problemas, propor soluções, quebrar o trabalho em etapas e implementar cada etapa de forma autônoma, enquanto o time mantinha a supervisão e as decisões técnicas.

Hackathon AI-Driven Development de backend em Clean Architecture 40 módulos em 140 minutos

Hackathon AIDD · Performance

Módulos de backend em tempo recorde com arquitetura limpa

Criamos um Hackathon AI-Driven Development para colocar o método à prova. O desafio era desenvolver módulos completos de backend utilizando IA, mas mantendo rigorosamente Clean Architecture, testes automatizados e padrões de engenharia.

Em 140 minutos, um único desenvolvedor entregou 40 módulos, aproximadamente 175 endpoints e mais de 36 testes unitários, mostrando como a IA pode assumir parte da execução enquanto o desenvolvedor concentra-se na arquitetura e nas decisões técnicas.

Instrutor & Mentor

Sem instrutores teóricos. Acesso direto a quem lidera a tecnologia.

Wedley Santos

Wedley Santos

Fundador & Tech Lead

Especialista em arquitetura agêntica, construção de harness e esteiras de desenvolvimento assistido por IA. 1º lugar no Prêmio Inovação Catarinense (FAPESC) por plataforma de IA no SUS e cinco anos em ambientes críticos de saúde com dados sensíveis e conformidade estrita com LGPD.

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Antes de agendar

Método e conteúdo

Isso é um curso de Copilot ou de Claude Code?

Não. Ferramentas aparecem como meio, e o time aprende a operar as que já usa. O conteúdo é o método: como especificar, arquitetar, revisar e sustentar software quando parte da geração é feita por agente. Por isso ele sobrevive à próxima troca de modelo.

Qual ferramental ou ambiente precisamos ter antes de começar?

Nenhum pré-requisito rígido. O workshop se adapta às ferramentas que o time já utiliza ou pretende adotar (Cursor, Claude Code, GitHub Copilot, VS Code, terminal). O foco é o método agêntico, o context engineering (rules, skills e MCPs) e a governança, independente da IDE.

O programa cobre context engineering, MCPs e harness?

Sim. Na semana 2 o time monta o context engineering do projeto: rules, skills e MCPs que o agente lê antes de escrever código. Na semana 3 isso vira spec-driven development, com cards executáveis por IA. Na semana 5 tudo se junta no harness do time, rodando na stack real em ambiente réplica, e na semana 6 entra o code review com IA. É o playbook de adoção que fica com o time depois que o programa acaba.

O conteúdo é o mesmo para toda empresa?

Não. Antes da primeira sessão, realizamos um diagnóstico de prontidão organizacional e de engenharia: levantamos stack, ferramentas em uso, maturidade do time, fluxo de produto e resistências culturais. A partir desse diagnóstico personalizamos a profundidade dos módulos e qual projeto real vira o caso prático das seis semanas.

Vamos ter que liberar o nosso código para vocês?

Não. Na maioria das empresas isso trava em compliance por semanas, e não é necessário. O exercício roda num ambiente réplica, montado com as mesmas stacks que o time já usa. O que vem de vocês é o que não tem restrição: a documentação, as Meta Specs construídas nas semanas 1 e 2 e os cards do backlog real, que na semana 5 viram código. Contexto real sem expor repositório.

Time e formato

Quem precisa participar?

Desenvolvedores, product owners, design, QA e a gestão técnica. O ganho aparece quando a especificação e o critério de aceite mudam junto com o código. Turma só de desenvolvimento entrega metade do resultado.

Funciona para sistemas legados ou arquiteturas monolíticas?

Sim. É onde a governança, as Meta Specs e a refatoração guiada por IA mais geram valor, pois delimitam claramente o contexto e os contratos do módulo a ser alterado, impedindo que o agente gere efeitos colaterais e quebras no restante do sistema.

Somos uma empresa de porte médio. Isso é para o nosso tamanho?

É onde o problema mais aparece. No mesmo levantamento da CircleCI, empresas de 21 a 50 pessoas têm o menor throughput na main de todas as faixas e levam quase 3 horas para se recuperar de uma quebra, contra 52 minutos das empresas pequenas e 47 minutos das de mais de mil funcionários. Grande o bastante para ter perdido a simplicidade do time pequeno, ainda sem o sistema que as grandes construíram. É a faixa em que método e governança deixam de ser opcionais.

Quanto tempo isso tira da entrega em andamento?

São 12 horas ao longo de 6 semanas, cerca de 2 horas por semana. O cronograma é montado para caber na rotina, e a partir da semana 5 o exercício já é trabalho real do backlog do time.

E depois que acaba?

Todo o material fica com os participantes, e o time recebe o framework replicável para aplicar sozinho em outros projetos. Além disso há contato direto com o mentor a cada duas semanas, por dois meses após o encerramento.

Risco e governança

Acelerar a geração não vai só empilhar mais código quebrado?

Esse é exatamente o risco medido. No levantamento da CircleCI com 28,7 milhões de workflows em setembro de 2025, o sucesso ao integrar na main caiu para 70,8%, o menor patamar em cinco anos, e o tempo mediano para consertar uma build quebrada subiu para 72 minutos. Para quem publica 5 mudanças por dia, a conta sai de uma quebra a cada dois dias para uma e meia por dia. É por isso que Qualidade técnica e Governança são dois dos quatro eixos: sem critério de aceite, teste e revisão, aceleração vira retrabalho.

Como fica o controle sobre o que a IA gera?

É o eixo de Governança do programa. O time sai com guardrails definidos, padrão escrito para código gerado, code review com IA e critério de cobertura mínima. Nada entra em produção porque o agente disse que estava pronto.

E o nosso código e os dados sensíveis?

Quem ministra passou cinco anos construindo produto de healthtech sob dado sensível e é certificado em LGPD. A configuração das ferramentas não é detalhe de bastidor: é conteúdo da semana 6, com o time de vocês decidindo o que pode e o que não pode sair da rede da empresa, e registrando isso no padrão. LGPD entra no desenho, não como anexo.

Nosso time é resistente a IA. Isso funciona mesmo assim?

O mapeamento de resistência é item explícito do kick-off, e a abordagem interpessoal é definida a partir dele. O argumento que funciona não é produtividade da empresa, é carreira de quem está na sala: o que um desenvolvedor pleno precisa dominar para crescer num time IA-first.

Trinta minutos, direto com quem ministra.

Quem atende é quem dá as doze horas e acompanha os dois meses seguintes. Montamos o diagnóstico inicial de maturidade do seu time na conversa, sem compromisso.

Agenda 2 vagas no segundo semestre de 2026 Seis turmas por semestre · atualizado em